Eu sou {907-linkedin|formada em comunicação} e tenho características multidisciplinares. Por favor, entenda o quanto é difícil me autodefinir. Eu tenho meu próprio {7ee-custom_plain|manifesto} em forma de poesia. Todas as pessoas e empresas cool tem um. Talvez fale muito mais sobre mim do que uma {2a6-custom_plain|biografia} comum. Apenas posso garantir que aprendo o que for necessário para construir uma mensagem que atenda ao que foi planejado. E isso pode envolver {04e-custom_plain|produção textual}, {419-custom_plain|produção de vídeos}, {e43-custom_plain|customização de ferramentas} e outras habilidades. Mas sou criativa o suficiente para lidar, da melhor forma possível, com os imprevistos que sempre surgem em qualquer trabalho. No momento, estou envolvida em alguns {2b9-custom_plain|projetos especiais}. E de tanto dar uma ajuda extra aos amigos, decidi transformar isso em negócio. Ah! E tem o meu {205-tumblr|blog}, onde escrevo sobre coisas que acredito e outras que considero interessante. Tem também o meu {941-twitter|twitter} que eu só alimento quando to afim. Bom, sinta-se à vontade para {2e1-formspring|puxar um papo} comigo, ok? E se quiser me enviar um e-mail, basta clicar nessa cartinha aí embaixo. Até breve!
Eu sou e tenho características multidisciplinares. Por favor, entenda o quanto é difícil me autodefinir. Eu tenho meu próprio em forma de poesia. Todas as pessoas e empresas cool tem um. Talvez fale muito mais sobre mim do que uma comum. Apenas posso garantir que aprendo o que for necessário para construir uma mensagem que atenda ao que foi planejado. E isso pode envolver , , e outras habilidades. Mas sou criativa o suficiente para lidar, da melhor forma possível, com os imprevistos que sempre surgem em qualquer trabalho. No momento, estou envolvida em alguns . E de tanto dar uma ajuda extra aos amigos, decidi transformar isso em negócio. Ah! E tem o meu , onde escrevo sobre coisas que acredito e outras que considero interessante. Tem também o meu que eu só alimento quando to afim. Bom, sinta-se à vontade para comigo, ok? E se quiser me enviar um e-mail, basta clicar nessa cartinha aí embaixo. Até breve!
Luana Furtado (Outubro, 1983) trabalha na concepção e conceituação de projetos de comunicação. Jornalista, pós-graduada em Comunicação e Saúde pela Fiocruz, é especialista em web. Em outubro de 2011 eu participei de um trabalho voluntário na ong Cinema Nosso, situada na Lapa, fazendo a cobertura do Festival de Cinema do Rio.
É claro que eles deram um enfoque institucional ao vídeo, mas entrevistas muito ricas foram realizadas com produtores, diretores e atores da cena cinematográfica carioca.
Renderam histórias bacanas sobre a produção independente de filmes e suas dificuldades, além das infinitas possibilidades tecnológicas da era digital. Eu conto um pouquinho de como foi uma das entrevistas neste outro artigo.
O Cinema Nosso tem um trabalho bem legal na área de educação audiovisual. Eu já fiz os cursos de Documentário pelo celular e de Video-reportagem com voluntários estrangeiros. Além de adquirir experiência técnica, também ganhamos uma bagagem cultural.
Nesse meu último contato com a ong, tive a oportunidade de trabalhar com a talentosa Cristina de Moraes, que acaba de concluir o curso de audiovisual da escola com o interessante filme “Tudo o que aprendi com a pornografia”.
A seriedade e o rigor com os quais o tema é tratado, nos faz mergulhar na atmosfera libidinosa e esquecer que se trata de um projeto de conclusão de um curso de audiovisual voltado para jovens aspirantes a cineastas.
Os depoimentos cheios de realidade, a trilha sonora, a arte visual e os poemos recitados nos convidam a despir o preconceito e a abrir a mente para tudo aquilo que é proibido, mas que faz parte do imaginário de todo ser humano.
Ficou com vontade de entrar no assunto? Assista o doc na íntegra logo abaixo.
Você tem um vídeo, inédito ou que já foi premiado, publicado no Vimeo.com? Se a resposta for sim, por 20 dólares você pode inscrevê-lo no Vimeo Festival + Awards até 20 de fevereiro! Se ainda não começou a produzir seus vídeos, é bom dar uma olhada em qual câmera utilizar, qual o melhor software de edição, como editar para a web e outras dicas do Carreira Solo.
Para esta segunda edição do prêmio, os assinantes da conta PRO pagam apenas 5 dólares para inscrever seu vídeo em uma das seguintes categorias: Animação, Música, Remix, Narrativa, Captura, Séries, Experimental, Gráficos em Movimento, Documentário. A novidade fica por conta das novas categorias Publicidade, Moda, Esportes de Ação e Lírico – na qual vídeos que dramatizem momentos são contemplados.
Conheça os vídeos campeões no Vimeo Festival + Awards 2010, para ter noção do tipo de trabalho inscrito em cada categoria. Em geral, os vídeos podem ter a duração máxima de 20 minutos e devem respeitar a linguagem audiovisual própria de cada segmento.
O festival é para celebrar os mais criativos vídeos disponíveis on-line no Vimeo e as pessoas que os produzem. São prêmios de 5 mil dólares para o vencedor de cada categoria e 25 mil dólares para o melhor vídeo entre todas as modalidades de participação.
“Desde o nosso evento inaugural, nós temos assistido a explosão dos vídeos on-line e a descoberta de novos talentos. Produtores e mais produtores ganham credibilidade e trabalham para dar visibilidade a seus vídeos on-line. Nós Criamos o Vimeo Festival + Awards para celebrar os melhores entre estes vídeos”, comentou Jeremy Boxer, diretor do Prêmio, no site do evento.
Entre os jurados está Eliot Rausch, vencedor do Grande Prêmio e da categoria Documentário no último Festival, com o filme Last Minutes with ODEN. Os últimos minutos da luta de um cachorro contra o câncer é o plano de fundo para falar de perdas, medos e sentimentos.
* Artigo originalmente publicado no site Carreira Solo.
Todo novo ano vem acompanhado de novas promessas que devem ser cumpridas até o último dia. Essa coisa de listas faz parte do pacote réveillon como vestir branco, estourar champanhe, morder caroços de romã e fazer seus pedidos. Eu, particularmente, nunca fui chegada a rituais.
Nada contra quem é adepto das listas, mas isso sempre me remeteu a atitudes vazias que não necessariamente significam mudanças para a vida de uma pessoa. Portanto, eu não fiz a minha lista de ano novo porque eu acredito na criação de novos hábitos. Então, seguem alguns hábitos que pretendo adquirir em 2012 e outros que devo manter.
Alongamento é qualidade de vida. Descobri isso há uns 4 anos, mais ou menos, e espero continuar tendo tempo de alongar o corpo inteiro ao acordar. Além de melhorar minha flexibilidade, me ajuda a relaxar. E eu sou uma pessoa bem tensa.
Exercícios diários. Eu descobri durante esse ano que academias em geral me deixam ansiosa. Mas eu preciso de exercícios físicos para o bem da minha saúde, que anda prejudicada com as contínuas horas em frente ao computador. Então, elaborei uma série de exercícios diários que podem ser incluídos na minha rotina sem muitas alterações e com objetos que tenho à mão. Por exemplo, comecei no fim de 2011 uma série de exercícios para o ante-braço com um elástico (semelhante àqueles que são usados em aulas de pilates). E foi um sucesso. Melhorou bastante as dores e já sinto uma diferença muscular.
Menos é mais. Há um tempo atrás, escrevi um artigo sobre o conceito de minimalismo aplicado à vida. Mas só agora estou começando a colocá-lo em prática. É cada vez mais latente em mim que o excesso aumenta muito a minha ansiedade. Então, para um 2012 menos ansioso, comecei pelo meu quarto a reforma da minha vida. Já foram alguns sacos de papéis, roupas, livros e lembranças também. Mas em breve farei um post só sobre a reforma.
Organização para a vida. Outra coisa que descobri em 2011 é que quanto mais as coisas estão organizadas em qualquer sistema minimamente lógico para você, menos preocupação você tem que ter porque não encontra algo. A ideia é controlar o que pode ser controlado e deixar a ansiedade pelo que não pode, para coisas que estão fora do alcance.
Beber água. Eu tenho o hábito de me embebedar de água quando estou no trabalho, mas não levo muito isso para o resto do tempo. Então, pretendo beber mais água quando estiver trabalhando em casa e andar sempre com uma garrafinha na mochila.
Comer menos à noite. Eu não posso comer muito à noite, porque passo mal. E também tem certos tipos de alimentos, como os mais gordurosos, que não me fazem bem à noite também. Preciso respeitar mais meus limites. Além disso, introduzi a gelatina e o morango na minha vida e tem sido bom. Agora vou tentar começar a comer alguma outra fruta esse ano. (para quem não sabe, eu não comia frutas)
Cultura no dia-a-dia. Eu fui muito ao cinema em 2011, mas participei pouco de qualquer outro tipo de evento cultural. Quero estar mais próxima do universo da cultura neste ano, seja trabalhando ou me divertindo.
Seriados são uma forma de terapia. Eu busquei muitas formas de me conhecer melhor em 2011, desde terapias alternativas até fazer teatro. Mas a forma mais barata e mais eficiente que encontrei foi assistir seriados. A ficção é uma poderosa ferramenta de abstração e te permite enxergar as situações por uma perspectiva neutra. Tudo o que você tem que fazer é aprender a interpretá-las.
Literatura é o que mais gosto de ler. Me dei conta de que estava lendo pouco, porque pegava alguns livros teóricos para ler e por não estar madura para o assunto ou por estar sem tempo para desenvolver o raciocínio necessário para a melhor absorção do livro, acabei me afastando do ato de ler. Até que entendi que adoro ler ficções e que essa deve ser a leitura diária. Então, a meta é ler mais literatura, pelo menos 1 livro por mês.
Diversão é fundamental. Eu esqueço esse item frequentemente. Vou criar o hábito de me divertir pelo menos 1 vez por semana. Vou tirar um dia para procurar algo que seja prazeiroso e, consequentemente, me ajude a relaxar.
Gentileza gera gentileza. Quero cada vez mais essa máxima para a minha vida. Ser gentil em todas as situações e especialmente nas mais adversas. Sem nunca passar por cima da minha verdade interior.
Estar bem consigo é altruísmo e não egoísmo. Você só é capaz de fazer bem aos outros quando consegue isso para si mesmo. Essa é a minha principal meta, continuar fazendo bem aos outros, estando bem comigo em primeiro lugar.
Carta para mim mesma
Acredito que a criação destes hábitos citados já vão enriquecer minha vida imensamente. É claro que estes são alguns, apenas os publicáveis. Este ano, decidi usar uma ferramenta interessante, o Future Me, para escrever uma carta para o meu futuro. No dia 31/12/2012, se o mundo não acabar, vou receber um e-mail da Luana de 2011, sobre o que ela imaginou para si mesma um ano mais tarde.
Acho essa, uma forma muito mais interessante de desejar coisas para si. É como aquelas histórias de filmes de sessão da tarde, onde os menininhos enterram caixas com coisas pessoais no quintal e só abrem 20 anos depois, quando já são adultos.
Enfim, fica o exercício: quem seremos nós no final de 2012? Em 2013 respondo o que acertei.
(cc) crédito: Luana Furtado
Foi nesse clima descontraído e simpático que Zelito Viana chegou ao Cinema Nosso para falar de seu filme que acabara de ser exibido “Augusto Boal e o Teatro do Oprimido”. Para quem não está familiarizado, como eu não estava até me preparar para essa entrevista, Zelito é irmão do Chico Anysio e pai do Marcos Palmeira. Mas seria até pecado apresentá-lo por seu parentesco, sabendo que este cara ajudou a criar o Cinema Novo ao fundar, junto com o Glauber Rocha e com o Walter Lima Jr, a Mapa Filmes – histórica empresa que produziu os filmes do Glauber e de outros grandes nomes da época.
Ele falou sobre o paradoxo entre a diminuição do número de salas de cinema no Brasil e o aumento da quantidade de produções audiovisuais, provocado pela facilidade ao acesso da tecnologia necessária para se fazer um filme de boa qualidade nos dias de hoje.
Zelito acredita que a maior dificuldade de penetração do cinema brasileiro no mundo é a língua. “Os franceses inventaram o cinema, mas os americanos criaram o público. É exatamente por isso que nós temos que lutar, pelo menos dentro do nosso mercado, para que os filmes brasileiros tenham um desempenho melhor”, diz Viana.
Ao ser questionado sobre o que ficou de essência da Mapa Filmes, fundada em 1965, para a que atua hoje no mercado audiovisual brasileiro, Zelito diz que está no fato de fazer filmes para aprender. “Você não vai sair do cinema do jeito que entrou depois de assistir a um filme da Mapa. Eles são feitos para isso, para provocar ou ensinar alguma coisa”, completa.
O sonho de fazer com que Augusto Boal trabalhasse na preparação de seus atores, levou Zelito a gravar uma série de vídeos que se transformaram, após a morte do dramaturgo, no documentário “Augusto Boal e o teatro do oprimido”.
Boal acreditava que todos os seres humanos são atores porque atuam e espectadores porque observam, e fez dessa crença a essência de um movimento de transformação social: o Teatro do Oprimido.
“A natureza permite a vida, mas exige a morte. Então, tudo é transitório.” – Augusto Boal
Nota de rodapé: Ainda dá tempo de assistir! Última sessão do filme no Festival do Rio é hoje, 19h30, no Ponto Cine, em Guadalupe.
Produtor independente, cinéfilo apaixonado ou cidadão curioso? Não importa qual o rótulo cai melhor em você, o que todos concordam é que as próximas duas semanas, de 06 a 18 de outubro, são de celebração ao cinema mundial na cidade mais maravilhosa e agora também a mais cinematográfica: o Rio de Janeiro estende o tapete vermelho para seu festival de cinema.
(cc) crédito: André Maceira
A organização promete trazer o que há de mais significativo no cinema nacional, latino e mundial, e para isso conta com um circuito de 40 espaços de exibição. Nesta 13ª edição, são 350 filmes, de 60 países, distribuídos em mais de 30 mostras, incluindo aí a abertura e o encerramento que são um espetáculo à parte em um festival de cinema dessa proporção.
É claro que não se pode deixar de destacar as homenagens: exibição de filmes do premiado cineasta húngaro Béla Tarr, do documentarista chileno Patricio Guzmán e do mestre do terror italiano Dario Argente. Aliás, a Itália está em foco este ano com diversos filmes de sua última temporada sendo exibidos.
E também é quase obrigatório citar os grandes nomes como Almodóvar - que abre o festival no dia 06 - Van Sant, Scorsese, Crowe, Soderbergh, Solondz, entre outros diretores aclamados mundialmente. Em telas tupiniquins, vale apontar o holofote para as novas produções de Beto Brant, Selton Mello e Eduardo Coutinho - só para ficar nos mais conhecidos.
Vale também mencionar a parte social, com a já consolidada Mostra Geração e sua programação especial para crianças e adolescentes. Além disso, tem os projetos CineCarioca que leva a experiência do cinema 3D para o Complexo do Alemão, o Cinema Livre que leva a cultura cinematográfica até praças e locais públicos e o Cine TelaBrasil, uma experiência de cinema itinerante.
Para mais informações sobre o circuito de cinemas, preço de ingresso e programação, acesse o site www.festivaldorio.com.br
Audiovisual em pauta…
Além de nos fazer quebrar a cabeça para montar uma grade possível e emagrecer uns quilos por não conseguirmos comer decentemente na correria de uma sessão para a outra, o Festival do Rio é também uma ótima oportunidade para pequenas distribuidoras e produtores independentes conseguirem se projetar.
Apenas uma pequena parcela dos filmes novos, exibidos na mostra Expectativa, entram no circuito nacional posteriormente. É neste momento que uma distribuidora pode medir a temperatura do filme em relação ao público e decidir com maior precisão se aposta nele futuramente ou não.
E para os profissionais freelancers ou produtores independentes, o Festival do Rio 2011 conta com uma área de negócios em audiovisual, o RioMarket, que oferece seminários e oportunidades de exibição de projetos pilotos com o objetivo de formação de parcerias e captação de recursos.
Fique esperto!
CORTA
* Artigo originalmente publicado no site Carreira Solo.Começo hoje a minha saga em busca de uma melhor forma de colocar no formato de um roteiro de curta-metragem a história desconexa que tenho em mente. Vai ser uma grande aventura, e para correr esse risco fui atrás de coisas que me ajudassem na preparação.
Nessa procura, descobri que Portugal é um país academicamente desenvolvido na prática de roteiro e tem vasta bibliografia sobre o tema. Bem, só entendi isso, é claro, depois que decifrei a pergunta do título deste artigo. Guião - esta palavrinha esquisita que sempre aparecia nas minhas buscas no Google - nada mais é do que o equivalente em Portugal para roteiro.
Encontrei um curso muito interessante no blog do João Nunes, um dramaturgo português, que dividiu a roteirização em 20 atos. E há chances que essa oficina online se desdobre em outros artigos, dependendo da inspiração do autor. Também encontrei uns exercícios criativos no site do Tela Brasil, um projeto itinerante de incentivo ao cinema, que podem me ajudar destravar minha veia dramática.
Um amigo me sugeriu escrever um argumento antes de começar o roteiro porque não estava nada claro sobre o que era a história e, muito menos, se havia uma história a ser contada. É, na mesma hora concordei com ele, não há mesmo nada claro, mas acredito que o exercício do roteiro é que vai me revelar essa história. E esse é o motivo de registrar o caminho percorrido aqui. Até logo.
(cc) crédito: Scott MacBride
Estava lendo essa citação em um blog que encontrei no Google, e muitas coisas fizeram sentido para mim. O post fala de um fotógrafo que largou tudo para viver uma vida minimalista. No estilo: o que eu tenho sob alcance, eu consigo controlar. Não pretendo ser radical como ele, pelo menos em princípio, mas isso pode mudar e vocês vão acompanhar meus relatos aqui.
Me pego constantemente procurando sinais em tudo e talvez eles nem existam, mas a minha vontade de achá-los acaba por criá-los. Há dois dias eu havia lido um artigo no webinsider sobre um estilo de vida minimalista mais próximo da realidade, que consiste, resumidamente, em criar o hábito de se livrar daquilo que não te serve mais.
Então, comecei a pensar nas minhas referências. Minha mãe faz isso desde que me lembro e ela sempre acha que existem mais “bagulhos” para doar ou reciclar. Conheço algumas pessoas que levam um estilo de vida assim, talvez sem nem perceber que exista um conceito por trás disso. Algumas tem o carro como casa, outras simplesmente uma mochila. E isso é tão libertador! Mas admito que algumas coisas não são para mim.
Júpiter e Urano estão em Áries, que é um signo de iniciativa, e isso traz, segundo a minha astróloga, uma impaciência e um sentido de urgência para as pessoas, de um modo geral. O que me fez pensar que toda essa angústia que venho sentindo há alguns meses está a ponto de explodir. E para que ela vire uma coisa boa e não algo ruim, decidi compartilhar alguns pensamentos e rotinas.
Estou repensando a questão de trabalhar com internet para o resto da vida, porque isso traz um imediatismo e uma necessidade de atualização “em tempo real” que se você não tomar cuidado, acaba enlouquecendo. Estou sentindo a necessidade de reverter isso. Quero a internet como meio, quero que facilite a minha vida. Não quero me tornar uma escrava das pílulas de informações em tempo surreal.
Vou tentar unir a teoria e a prática, como sempre tento fazer em tudo na minha vida. Então, nos próximos posts vou refletir sobre qual rumo profissional devo tomar, em paralelo com as arrumações que vou promover (como no meu armário, no meu computador etc). No que vai resultar essa mistura toda? É o que pretendo descobrir.
Até lá!